Hill & Knowlton ganha o Leão de Prata de RP em Cannes

Cannes,  junho de 2011 – A Hill & Knowlton ganhou o Leão de Prata de Relações Públicas no Festival Internacional de Criatividade de Cannes de 2011. O prêmio foi concedido em reconhecimento à campanha “Understanding Multiple Sclerosis”, desenvolvida pelo escritório da agência na Polônia para a empresa farmacêutica Gedeon Richter. A campanha, que conseguiu aumentar a consciência na Polônia sobre os desafios enfrentados pelos portadores da esclerose múltipla (EM) através de uma simulação interativa online dos sintomas da doença, venceu na categoria saúde e foi também selecionada para integrar a categoria de melhor uso de tecnologia digital em relações públicas.

Agnieszka Dziedzic, presidente da Hill & Knowlton Polônia, comentou: “Ser reconhecido com um Leão de Prata de RP – o primeiro na área da saúde na Polônia – é uma conquista muito importante para os nossos clientes e para a nossa equipe”.

Dan McIntyre, líder mundial do setor de saúde da Hill & Knowlton, acrescentou: “A esclerose múltipla é uma doença pouco conhecida que afeta a vida de mais de 2 milhões de pessoas em todo o mundo. Ver como a campanha de relações públicas criada pela nossa equipe de saúde na Polônia conseguiu transformar a consciência de uma nação quanto aos sintomas da EM e iniciar discussões relevantes sobre questões de acesso ao tratamento e financiamento, faz com que todos nós da Hill & Knowlton sintamos muito orgulho. Isso comprova a criatividade dos nossos especialistas”.

O Cannes Lions acrescentou a categoria de RP em 2009 para reconhecer o papel que o setor desempenha na comunicação de marca. Um total de 819 inscrições foram feitas só este ano; um aumento de 43 por cento em relação ao ano passado. Apenas 39 dos 102 trabalhos pré-selecionados receberam um leão.

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Chefe de Comunicação Digital do Primeiro Ministro Britânico entra para a H&K

A Hill and Knowlton (H&K) anunciou a contratação de Rishi Saha como Diretor de Comunicação Digital. Na área, Rishi foi o responsável pela vitoriosa campanha do Partido Conservador Inglês nas eleições de 2010 e comandou a comunicação digital do Primeiro Ministro, David Cameron.

A partir de agosto, Rishi comandará a comunicação digital da Europa e regional AMEASCA, formada pela Austrália, Oriente Média, África, e partes Sul e Central da Ásia. O foco será nas estratégias de relações públicas nos negócios dos mercados emergentes.

“É uma honra entrar para o time da Hill and Knowlton, principalmente durante este período de sucesso e crescimento da empresa. Trata-se de uma companhia com grande liderança e que possui especialistas em todas as partes do mundo, possuindo um fantástico portfólio. O desafio de suprir  as  necessidades estratégicas de cada um dos nossos clientes é grande, mas entro com toda a disposição para enfrentá-lo”, afirmou Rishi.

Rishi Saha

Rishi Saha

 

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O mundo inteiro à distância de um toque

Nos tempos áureos da explosão da Internet nos anos 90, o lema do Internet Explorer da Microsoft, ainda hoje o browser mais utilizado do mundo, era “Where do you want to go today?”. A ideia de que podíamos ter acesso a praticamente qualquer conteúdo, fosse ele de informação, entretenimento, cultura, etc, através do simples digitar de um endereço, era extraordinariamente revolucionária.

O limiar entre o pensar e o obter esbatia-se apenas durante o tempo (por vezes muito!) que os “velhinhos” modems de 56 k demoravam a completar a ligação. Uma vez conseguida a conexão, o mundo era nosso!

Muita coisa mudou desde então e, graças a outras revoluções tecnológicas, passamos a dar como adquirias certas coisas que não há tanto tempo atrás consideraríamos um argumento de um filme de ficção científica.

Mas ainda nos surpreendemos. Eu, em particular, surpreendo-me com a simplicidade, com a capacidade de tornar aquilo que é inerentemente complexo, numa forma intuitiva de interação, quase tão natural como pensar.

O tablet, que desde um ano para cá, tornou-se o produto tecnológico mais ansiado por muitos, é um exemplo disso mesmo: de como o simples pode ser profundamente belo.

Há sempre que ter reservas quanto ao hype que rodeia o produto mas, vezes há, em que o hype é verdadeiro. Desde quando é que podemos estar num ônibus a tocar piano? Parado no trânsito a folhear (literalmente folhear) um jornal? Num jardim a ver um filme? Em casa a conduzir um Fórmula 1? Tudo isto numa superfície lisa, fina, que brilha no escuro (por vezes até demais)?

Um estudo da IDC prevê que só este ano os tablets possam crescer 800% a nível global. Seja como for, tal como nos anos 90, voltamos a sentir que o mundo inteiro está ao nosso alcance… Ao alcance de um toque!

*Paulo Oliveira, gerente de contas da H&K Portugal

Conheça também o Blog da H&K Portugal

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Especialista em marketing digital de Obama faz parte do time da H&K

A Hill and Knowlton anunciou recentemente a entrada de Andrew Bleeker como diretor global de práticas digitais, respondendo diretamente a Jack Martin, CEO da H&K.  Bleeker é expert em estratégias de marketing e tem experiência tanto no setor público quanto privado. O seu novo desafio é liderar as estratégias da área para clientes e promover a integração entre tecnologias modernas e interativas.

Andrew Bleeker

Andrew Bleeker

Andrew fundou e presidiu a empresa Bully Pulpit Interactive. Nela, atendeu a grandes clientes como: USO, World Food Programme, Livestrong, o Democratic National Committee  e a Alliance for Climate Protection. Nas eleições americanas de 2008, foi o diretor da campanha online ‘Obama for America’, pela qual gerenciou as estratégias que viraram case para os estudos de Comunicação.

“O meu objetivo é expandir as próximas gerações das relações públicas no meio digital para os clientes da H&K, abrangendo todos os serviços, setores corporativos e de consumo. Como o mundo digital é mais centrado para onde as conversas estão acontecendo e as marcas estão habitando, vamos continuar a ajudar as empresas a alcançar resultados quantificáveis”, afirmou Andrew Bleeker.

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H&K promove seminário com o criador do Angry Birds no Cannes Lions International Festival of Creativity

Estilingue e estratégia de guerra para controlar um grupo de pássaros que lutam contra os porcos verdes, ladrões de ovos. Foi com esse enredo que o game Andry Birs ganhou as telas de tablets, smartphones, desktops, e se tornou uma febre entre jovens e adultos que não hesitam em dar uma paradinha no trabalho ou nos estudos para relaxar diante deste jogo divertido e hipnotizante.

A fórmula fez sucesso e Peter Versterbacka – conhecido como o ‘Mighty Eagle’ do Rovio Mobile’ – foi convidado pela Hill & Knowlton para detalhar suas estratégias durante seminário no Cannes Lions International Festival of Creativity de 2011. O evento será realizado na terça-feira (21/06), às 17h30, no Teatro Debussy do Palais des Festivals, na França.

Com o objetivo de mostrar às marcas o que elas podem aprender com o game, o seminário da Hill & Knowlton contará com a presença do próprio Peter Vesterbacka. Ele vai contar a história do trás do jogo, falará sobre o cenário móvel, que vive um momento de transformação, e sobre a gamificação – para descobrir se ela pode ser utilizada para transformar o trabalho em diversão e, dessa forma, aumentar o poder de envolvimento das marcas.

Haverá sessão de perguntas e respostas via Twitter, moderado pela diretora de Estratégia Global da H&K, Amanda Groty. Para participar da conversa antes e durante o festival, siga a empresa no Twitter no endereço @HillandKnowlton por intermédio do #HKCanness.

“Todos os anos, a H&K traz um palestrante para o Cannes que atua fora do microcosmos das agências de marketing, mas que representa uma força inspiradora de disrupção ou interação. Em 2009 tivemos o Biz Stone do Twitter e, em 2010, tivemos o Charlie Todd do Improv Everywhere. 2011 é o ano em que o Angry Birds passou de game casual a gigante cultural. Acreditamos que os participantes do festival gostarão de explorar os insights do Rovio sobre o tema vício”, afirma Candace Kuss, da Assessoria de Planejamento & Estratégia Interativa da H&K.

Candace Kuss, da Assessoria de Planejamento & Estratégia Interativa da H&K.

Candace Kuss, da Assessoria de Planejamento & Estratégia Interativa da H&K.

O programa educacional do Cannes Lions oferece 57 seminários de classe mundial ao longo de sete dias no Palais des Festivals. Líderes intelectuais e experts de todos os segmentos de comunicação e pensamento criativo estarão presentes para compartilhar idéias e participar de debates no Festival.

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CEO da HK Brasil participa de debate no CILIC

O CILIC – Congresso Internacional para Líderes da Comunicação está promovendo em São Paulo vários debates sobre a nova Marca Brasil e seu impacto no planejamento estratégico das empresas nacionais e transnacionais com operações no país. Sheila Magri, presidente e CEO da Hill & Knowlton Brasil, foi convidada para participar do debate “As marcas da nova sociedade” em conjunto com Fernando Taralli, presidente da Energy, Raphael Barreto, Diretor de planejamento e marcas da DPZ e Tennyson Pinheiro, CEO da Live/Work Brasil.

Os participantes tiveram a oportunidade de ouvir cases de sucesso e entender um pouco mais sobre a importância da comunicação integrada: “As empresas mais alinhadas com as novas tendências são as que conseguem unir as diferentes formas de comunicação, como RP, Branding, Propaganda, fazendo isso em várias plataformas simultaneamente e trabalhando de forma integrada nos diferentes meios”, afirmou Sheila Magri.

Foi consenso entre os debatedores que as divisões entre classes A, B e C, pelo menos nas questões digitais, vão acabar e que essa interatividade entre empresa e consumidor não tem volta. “A comunicação deixou de ser um eterno monólogo das empresas. Os famosos SAC’s, por exemplo, antigamente eram apenas reativos, hoje cabe as empresas correr atrás do que estão falando sobre a sua marca, serviços e produtos, colocando o consumidor na direção desse relacionamento”, completou Sheila.

O CILIC termina hoje, dia 10 de maio, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

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A revolução de amanhã está hoje no Twitter?

Enquanto escrevo essas linhas do nosso escritório, no Rio de Janeiro, a população da Líbia esta lutando pelos seus direitos e pela liberdade, oprimida por um estado autocrático que reina há mais de quatro décadas no país.

O nome do ditador Muammar al-Gaddafi esteve por um bom tempo nos Trending Topics do twitter e grupos de discussão foram criados no Facebook e ainda recebem novos membros de forma constante, como um ‘replay’ do que aconteceu no Egito entre os dias 15 de janeiro, dia oficial do começo da revolução até o seu final, dia 11 de fevereiro, quando o Vice Presidente anunciou que Hosni Mubarak havia deixado o poder.

Podemos, dessa forma, considerar o que aconteceu no Irã, Tunísia e Egito e o que acontece atualmente em outros países da região, uma revolução originada pelas mídias sociais?

Não podemos negar que essas ferramentas desempenharam um papel importante na organização e publicidade dos movimentos políticos no Oriente Médio e norte da África, mas o fato é que a principal manifestação no Egito aconteceu no dia posterior ao corte total de internet realizado pelo governo. O gráfico abaixo indica o exato momento que o acesso a internet foi fechado no país.

Gráfico indicando corte total da internet no Egito

Mas também é possível imaginar que ao bloquear o Facebook e Twitter, o governo fez com que milhares de egípcios fossem as ruas buscar outras fontes de informação, já que o pico dessa onda de protestos se deu exatamente no dia posterior ao bloqueio.

Alguns especialistas argumentam que justificar a realização desses protestos por conta da existência das mídias sociais, de certa forma diminui a importância de movimentos anteriores que não dispunham dessas ferramentas e foram igualmente bem sucedidos, como o movimento dos direitos civis nos Estados Unidos, em 1964.

Acredito que é uma visão equivocada de uma das reais funções do Twitter e Facebook, que é ampliar a voz das pessoas. Dessa forma, se tornou mais fácil unir e mobilizar um número maior de indivíduos em menor tempo. Mesmo assim, se não existirem grupos dispostos a lutar, protestar e a morrer pelos seus ideais, não adianta para nada essa movimentação digital e mais de 1 milhão de seguidores no twitter.

A mídia, por diversas razões que não cabem nesse post, nem sempre consegue transmitir com exatidão a amplitude ou relevância desses movimentos. Fatos que a história nos mostra que levamos meses, senão anos para entender suas verdadeiras dimensões e desdobramentos. Talvez as mídias sociais possibilitem acelerar esse processo, facilitando que indivíduos com os mesmos interesses se juntem ao perseguir um único objetivo.

Malcom Gladwell, reporter da revista New Yorker, ressaltou em um artigo com data de outubro que as mídias sociais não são capazes de causar mudanças sociais. Obviamente o que tem acontecido no norte da África e no Oriente Médio são provas de que ainda não temos todas as respostas e que ainda estamos descobrindo o poder dessas ferramentas, tanto para o bem quanto para o mal.

Entendo que esses movimentos são um exemplo excelente de como as mídias sociais podem ser efetivamente utilizadas para disseminar informações pela rede e mobilizar grupos, tornando-se catalisadoras de algo muito maior do que qualquer ferramenta digital.

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Hill & Knowlton foi a agência com maior cobertura de mídia em 2010

A Hill & Knowlton (H&K) foi a agência de relações públicas com maior cobertura de mídia em 2010, revelou um recente estudo da líder em notícias do mundo empresarial, Dow Jones. A H&K alcançou o primeiro lugar entre 25 empresas com receita anual de mais de $ 50 milhões.

O estudo examinou a cobertura em mídia impressa, sem levar em consideração os press-releases divulgados.  “Aproveitando a sofisticada análise de mídia que as empresas  e corporações usam para descobrir riscos e oportunidades potenciais para suas marcas, pensamos que seria interessante ter um olhar para a cobertura midiática sobre as melhores empresas de comunicação, determinando quais delas estão colocando em prática o que pregam”, ressaltou Martin Rutland, VP da Down Jones.

Presente em mais de 45 países, a Hill & Knowlton trabalha com clientes em escala local, regional e global. A empresa é parte do grupo WPP, conglomerado que reúne as maiores companhias de marketing e publicidade do mundo. No Brasil, a H&K conta com escritórios em São Paulo, no Rio de Janeiro, e recentemente consolidou parceria com a agência Oficina da Palavra, em Brasília.

  • Com informações da Dow Jones e PR Newswire

 

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Dos desafios para a Comunicação Sustentável

As fronteiras para a comunicação entre as pessoas e culturas diminuem consideravelmente todo o dia como um resultado da democratização dos meios de comunicação e do acesso à informação. Mas mesmo com a facilidade de trocar mensagens, com o incremento de canais e com a convergência dos meios de comunicação através da internet e das novas tecnologias digitais, o número de barreiras para programar uma política de comunicação global aumenta para as empresas tornando-se uma preocupação constante dos líderes corporativos brasileiros que ingressam no mundo globalizado.

Entre os desafios encontram-se: a rapidez com que a informação navega pelos continentes através das mídias sociais motivada pela interatividade do universo digital, gerando a discussão sobre o controle na divulgação; as diferenças culturais que dificultam as ações globalizadas, propiciando as reflexões sobre conteúdo e a relevância de mensagens-chave exclusivas; bem como, a formação de plataformas online e offline mistas nas quais temos diversos públicos-alvo atingidos simultaneamente, fomentando debates corporativos sobre reputação, valores, resultados e políticas de responsabilidade sócio-ambiental. Todos estes fatores interagem construindo, ou não, credibilidade para as empresas.

Ao transportar a definição de sustentabilidade para a realidade da comunicação, percebe-se que o cenário que as empresas têm pela frente é de comunicar e responder instantaneamente a todas as situações que afetem a sua imagem e, por conseguinte, influenciem a sua reputação e o modo como vão administrar a comunicação dos seus ativos intangíveis e credibilidade em escala global. Segundo a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas, “Sustentabilidade é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, garantindo a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. A comunicação de um modo sustentável deverá informar com responsabilidade e garantir a transmissão de conhecimento permitindo a reflexão sobre as informações enviadas e trocadas. Trata-se da própria governança corporativa do processo de comunicação.

A comunicação sustentável não será a maneira criativa como as empresas irão comunicar seus programas de sustentabilidade, mas vai, em si, estabelecer um novo patamar do entendimento do papel da comunicação corporativa na construção dos valores sustentáveis da empresa, uma vez que a comunicação deve andar alinhada com as estratégias de negócios para construir, manter e zelar pela reputação das empresas em um contexto mundial que prega a sua preservação. A comunicação sustentável não será um complemento. Ao estar permeada em todas as ações da companhia, ela funcionará como um agente regulador e auto-auditor presente em todo processo de sustentabilidade das empresas.

Mas, é possível medir o impacto da comunicação sustentável? Sim, é possível. E ele não será medido apenas quantificado através do volume de ações, notícias ou posts e retweets positivos ou negativos sobre os negócios em questão, mas sim qualitativamente, pela opinião dos públicos que se relacionam com as empresas, conhecidos no meio como stakeholders; pelos resultados financeiros; pelas mudanças de percepção sobre os diferentes focos da companhia e pela capacidade delas de se re-inventarem e de se adaptarem rapidamente às diferenças culturais e às mudanças constantes deste período de transição.

Sheila Magri – Gerente Geral da Hill & Knowlton Brasil

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Crises: Prevenir ou Remediar ?

Quando penso em crises, há uma frase que, automaticamente, surge no meu pensamento: quase nenhum de nós está preparado para uma crise, quando nos damos conta que precisamos de um plano, para gerenciá-la, a crise já está em andamento.

Mas será que essa falta de preparo é, de fato, uma condição que acontece apenas no Brasil? Por incrível que pareça, não é. No Brasil, estima-se que haja mais de seis milhões de empresas, de pequeno a grande porte. Porém, segundo o Institute for Crises Managment (ICM), entidade norte-americana que estuda o tema, apenas uma em cada cinco empresas está preparada para uma crise nos Estados Unidos.  

E ao contrário ao que muitas empresas e empresários pensam, o gerenciamento de uma crise começa muito antes dela ocorrer. Incrivelmente, a prevenção é comumente ignorada, apesar de ser menos custosa e ser a forma mais simples de gerenciar uma crise. É claro que não é possível prever todos os tipos de crises que podem acontecer, mas é preciso dar o primeiro passo: levantar, com a ajuda de especialistas, as principais fraquezas ou pontos fracos do negócio, os riscos potenciais. Certamente, não é um exercício muito agradável e pode ser a razão da falta de preparo de tantas empresas neste assunto.  

O ICM realizou um estudo para levantar as três causas mais frequentes das crises corporativas, abrangendo 70 mil casos, ocorridos nos últimos dez anos. Mais de um quinto está relacionado com a incompetência na gestão. Os outros 20% decorrem dos crimes do “colarinho branco”, ou seja, fraudes, corrupção e extorsão. E o terceiro são os conflitos trabalhistas.

Estes dados sugerem, que nem sempre as crises estão somente relacionadas aos produtos, serviços e acidentes ambientais. Para estas, o preparo é certamente mais efetivo. Mas, por que uma empresa deve investir na prevenção de uma crise ao invés de apenas gerenciá-la?

Porque uma crise, seja de qual origem for, sempre é uma ameaça ao bem mais precioso de uma empresa: sua reputação. Confiança, reputação e credibilidade são ativos intangíveis e de extrema valia. Atributos conquistados arduamente, durante anos, que podem facilmente ser destruídos em poucos dias.

Manter o fato que gerou a crise em sua real dimensão, liderando o processo de comunicação com os públicos interno e externo, resumem o conceito do gerenciamento de uma crise, que começa, como já citei, na prevenção.

Acredito que é preciso objetividade para a preparação de um plano de crise, realístico e efetivo. Determinar responsabilidades, definir papéis, praticar e simular anualmente uma situação de emergência com os membros da equipe de crise, e assim, quando ela acontecer, cada um saberá exatamente como agir.

E para que todo o processo flua, assertivamente, há um elemento-chave: a comunicação. É a área de comunicação corporativa que poderá trabalhar com todos os públicos para manter a fluidez das mensagens, para medir o impacto e para planejar ações que possam minimizar os danos à imagem da empresa.  

Sem dúvida, os profissionais da comunicação no Brasil estão no caminho certo. Segundo dados de mercado, das 402 crises no Brasil em 2008, 74% permaneceram apenas um dia na imprensa. Portanto, no ambiente de negócios altamente competitivo e de alta performance em que vivemos hoje, é chegado o momento das empresas prevenirem as crises de forma eficaz, reforçando assim sua reputação, credibilidade e transparência.

Por Leda Sangiorgio, Gerente de Contas – Hill and Knowlton

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O maduro da Comunicação é ser ‘verde’

Crescer de maneira sustentável já foi uma daquelas equações cuja tentativa de resolução dava certo dissabor às corporações. Assustava. Mas hoje, a habilidade de produzir pensando nas consequências para o amanhã e as gerações futuras ganhou força. A discussão em torno da sustentabilidade como base da responsabilidade social deve estar no discurso e na prática de cada empresa.

Na versão 2011 daquele que é considerado um dos maiores eventos de tecnologia do país, a Campus Party, quem visitou os estandes durante a semana sentiu o tom de como as empresas estão lidando com a questão. Na área identificada como o Campus Verde, por exemplo, não faltou a contribuição das empresas com produtos artesanais e eletrônicos derivados da reciclagem, além de palestras com foco no tema. No caso da apresentação da Petrobras, foi exposto como a estatal trabalha na descoberta de novas tecnologias para biocombustíveis, em busca de soluções mais sustentáveis.

Seja qual for a área de cada empresa, a prática sustentável é uma das grandes vantagens competitivas frente ao mercado atual. Os profissionais de comunicação – como articuladores dessa ferramenta estratégica – serão os responsáveis por dar visibilidade às atividades das organizações onde trabalham.

No trabalho cotidiano de ampliar a imagem e credibilidade da empresa, comunicar a prática de sustentabilidade pode ser usado como um trunfo para tais resultados. Terreno fértil e público receptivo a esse tipo de mensagem não faltam. Exemplos de boas práticas também não.

Usando ferramentas tecnológicas como as redes sociais, é possível comunicar gastando pouco ou quase nada. O que vale é passar a mensagem sustentável.  Vale citar a presença do portal O Tao do Consumo [http://www.otaodoconsumo.com.br/], iniciativa que busca conscientizar as pessoas sobre o consumo sustentável e que vê no seu Website, Twitter e Facebook, oportunidades de diálogo com a sociedade.

Se você é profissional de comunicação de alguma empresa que já desenvolve um trabalho sério de sustentabilidade e responsabilidade social, comunicar essa atuação é estar em consonância com o novo tipo de relação que se estabelece entre as empresas e sociedade civil na construção do futuro. A sugestão é ser transparente e comunicar o que efetivamente está sendo feito sobre o assunto.

Outro ponto importante a destacar é que uma campanha institucional com estes objetivos deve valorizar sobretudo a mensagem. Ninguém vai querer subverter ou misturar conscientização com mercadologia. Um bom exemplo de campanha focada na construção da mensagem sustentável foi desenvolvida pelo canal GNT. Precisa, impactante e reflexiva como o tema deve ser.

Sendo a Comunicação uma dinâmica que se desenvolve acompanhando os avanços da sociedade e seus tópicos de discussão, não seria nada exagerado dizer que o maduro da profissão é ser cada vez mais ‘verde’.

Veja o vídeo da campanha da GNT > 

por Allan Walbert – Coordenador de Contas da Hill & Knowlton Brasil

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Atualmente, muito se fala nas gerações X, Y e Z. Para faciliar o entendimento, elaboramos abaixo um compilado de várias publicações, que ressaltam as características de cada uma.

Geração X. Nascidos entre 1965 – 1977 (33 e 45 anos)
• Falta de otimismo, apatia política
• Vida pessoal e profissional
• Paternidade participativa
• Criativos e têm facilidade com a tecnologia
• Fiéis a si mesmos
• Entusiasmo com trabalhoVariedades, desafios e oportunidade
• Não gostam de rotina
• Liberdade, flexibilidade e criatividade
• Informais
• Objetivos
• Não a autoridade

Geração Y. Nascidos entre 1977 – 2000 ( 10 e 33 anos)

• Mundo perigoso
• Mães trabalham
• Cobram direitos
• Tecnologia
• Menos preconceito
• Mais respeito ao meio ambiente
• Otimistas e auto-confiantes
• Multitarefas
• Muita informação, pouca profundidade
• Vida pessoal e profissional
• Entusiasmo em aprender
• Não à hierarquia e autoritarismo

Geração Z. Nascidos entre 1994 – 2004 (6 e 16 anos)

• em fase de evolução e aprendizado
• grandes consumidores
• ligados à tecnologia – quase dependentes
• Multimídia / globalização
• homens e mulheres iguais
• tendência a viverem mais no mundo virtual
• valores familiares sem muita importância
• mais individualistas
• faltam habilidades interpessoais
• não acreditam em estudos e na carreira são impacientes e “instantâneos”

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É hora de planejar

O mês de janeiro possui um sinônimo entre as agências de comunicação: planejamento.
Aproveitando que muitos executivos com poder de decisão tiram a primeira semana do ano para um período de descanço, é exatamente este o momento para supreender o cliente.
É hora de rever e repensar tudo o que aconteceu em 2010, com o objetivo de colocar em prática ideias, metas e análises que não foram implementadas.
Para termos um bom planejamento reúno aqui algumas indicações:
Análise Interna: Reveja todos os processos. Como você terá que abrir novas pastas na rede, com o nome 2011, veja os modelos utilizados em relatórios, planilhas de status e demais documentos que podem sofrer alterações, para se tornarem mais eficazes. Arquivos em Excel que excedam uma página em tamanho A4 são problemáticos para impressão e checagem em telas de computadores, por exemplo. Veja também se o cliente está satisfeito com a forma na qual estes materiais são absorvidos por demais departamentos – além de PR. Muitos executivos incluem PR em suas metas e um report já no formato ideal pode facilitar o trabalho.
Calendário – É muito importante ter um calendário anual atualizado para verificação de feriados e datas comemorativas, com impacto grande nas vendas.
Análise SWOT – Bastante aplicada esta ferramenta pode auxiliar os comunicadores. Lembrando que analisamos o ambiente interno com as Forças e Fraquezas do cliente, bem como o ambiente externo é revisto nos tópicos Oportunidades e Ameaças.
Formato – Depende da demanda do cliente. Geralmente, é importante um arquivo em ppt detalhando as ações e um cronograma em excel.
Ajustes– Como um plano de comunicação é uma ferramenta viva, que pode e deve ser ajustada, não estabeleça nada inflexível. Neste momento, a inflexibilidade somente atrapalha na tomada de decisão.
Mercado – Estude o mercado do seu cliente. Neste período, a grande imprensa gera matérias de balanços do setor, com as expectivas e previsões de cada mercado. Leia estas matérias. Desta forma, você terá números atualizados, sendo mais acertivo.
Criatividade – Aproveite também que janeiro é um mês “mais tranquilo” e pense em como inovar. Que estratégia pode ser feita? Que canal de comunicação ainda pode ser exploradaro e como? Como PR pode ser mais alinhado com as metas da empresa? Que reforço físico ou de equipamentos preciso para colocar este projeto em prática? Respondendo estas perguntas, as estratégias de comunicação começam a tomar forma.
Analise as expectativas – Ao apresentar um plano de comunicação tenha em mente que o cliente não possui vivência de imprensa. O negócio da empresa é muito mais importante que os deadlines dos jornalistas – que são prioridade para PR. Por isso, tenha um discurso prático e objetivo para coincidir harmoniosamente os interessees da empresa e da mídia – desafio cada vez mais árduo.
Escute seu cliente – Seja paciente e ouça com atenção. Como bom comunicador: escute e analise criteriosamente, só então forneça uma sugestão.

Sucesso em seu planejamento!

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A Hill and Knowlton deseja a todos um 2011 cheio de boas notícias! No Brasil ou onde sua empresa precisar

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@carojornalista , você recebeu meu press release?

O twitter é um meio extremamente dinâmico para os profissionais de comunicação. Mas, assim como todos os outros meios, ainda está exposto às paleozóicas táticas de RP assessoria de imprensa que irritam jornalistas profissionais nas redações afora.

Sigo vários repórteres e tenho visto muitos tweets de colegas intimando esses jornalistas profissionais: “caro @reporterdafolha, recebeu o email que te mandei hoje cedo?” ou “meu cliente está fazendo algo muito interessante @reporterdaglobo, vou te mandar um release e te ligo em seguida, tudo bem?”.  (veja tweet da jornalista Leda Nagle sobre esse tipo de abordagem)

A etiqueta do twitter nesses casos ainda não está clara, mas se você não quer receber um belo `block` do repórter, seria interessante levar em consideração os pontos abaixo:

·         Embora cada caso seja um caso (e isso depende muito do relacionamento que você tem com o jornalista repórter em questão), não mande email, ligue para a redação e em seguida cobre pelo twitter uma resposta à sua sugestão de pauta. Escolha um meio de contato e se atenha a ele. Se o jornalista repórter não ligou, é muito provável que o seu release não esteja tão atraente quanto você pensa.
·         Construa um relacionamento com os jornalistas repórteres e preste atenção aos tweets que indicam receptividade a esse tipo de abordagem em mídias sociais. Como todo mundo, eles prestam mais atenção às pessoas que eles já conhecem.  
·         É comum que alguns jornalistas repórteres tuítem sobre histórias nas quais eles estão trabalhando, o que é uma excelente oportunidade para enviar um tweet ou DM com uma breve sugestão, colocando-se à disposição para conversar sobre o assunto por telefone ou email. Essas informações são bem vindas.
·          O jornalista repórter não quer saber o que o seu cliente está fazendo de interessante. Ele quer saber, de acordo com o tipo de matéria que ele escreve, quais informações exclusivas sobre as atividades interessantes do seu cliente você pode dividir com ele.
·          Levar um ‘block’ é muito fácil. Cuidado para não exagerar na aproximação, oferecendo o release para todos os jornalistas repórteres que estão na sua timeline por meio de tweets ao invés de DM. Certamente você não quer receber uma resposta pública e atravessada de um deles.
·         Atenção! Os concorrentes do seu cliente também estão no twitter e certamente de olho nas pautas que você anda escrevendo e oferecendo aos jornalistas repórteres.

Se você ainda prefere o bom e velho telefone – apesar do recorrente ódio mortal das ligações de profissionais de RP assessoria de imprensa– entenda que os jornalistas repórteres sabem que você só pode estar ligando por dois motivos: ou você acredita muito na história do seu cliente ou você está desesperado pela cobertura. Esse último motivo não é razão para fazer follow up. Não ligue perguntando “recebeu meu release?”. Ligue já tendo em mente a parte mais interessante da sua história que irá se encaixar no tipo de matéria que o jornalista repórter em questão escreve.

Seja lá qual for a tecnologia utilizada para realizar o follow up – telefone, email, twitter etc – os profissionais de RP assessoria de imprensa devem exercitar o bom senso na hora de utilizá-la.

Por Sabrina Orlov, Gerente de Contas da Hill & Knowlton

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A Voz da Comunidade: exemplo de inclusão em tempos de guerra

Cada dia mais temos a comprovação do poder das redes sociais e de como elas estão em todos os lugares. Até mesmo no confronto entre policiais e traficantes do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.

Em meio a tiros e tanques de guerra, crianças e jovens atualizaram o País, em tempo real, de uma das maiores operações do Governo contra o tráfego. Quem acompanhou as notícias pela internet provavelmente já está no grupo de mais de 31 mil pessoas que seguem o @vozdacomunidade no Twitter. Se você ainda não está nessa lista, vale a pena.

O perfil saltou de 180 seguidores para a impressionante audiência de 31.100 em uma semana, marca que grandes revistas e jornais do País levaram mais de um ano para alcançar e alguns ainda nem chegaram perto.

O que mais surpreendente neste perfil não é o fato de ele ser alimentado por pessoas que vivem na comunidade e acompanham em tempo real todos os passos da ocupação e, por muitas vezes, dos próprios traficantes. Aliás, só por isso, já seria um canal de informação eloqüente.

O que chama a atenção é o fato de o @vozdacomunidade ser de um grupo de seis jovens entre 10 e 17 anos que elaboram um jornal com 5 mil cópias de tiragem, distribuídas mensalmente no Complexo.

Uma vez, entrevistando o saudoso crítico literário Leo Gilson Ribeiro, ouvi a frase de que “quem tem talento, já tem 50%”. Sabemos que talento e vocação não se ensinam, mas torço para que a violência e o tráfego não tirem a oportunidade dessas crianças e adolescente de terem acesso à universidade e de se tornarem comunicadores reconhecidos. Talentos eles já têm.

por Marcos Besse, Gerente de Contas da Hill and Knowlton

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Hill and Knowlton passa a atuar em Brasília em parceria com Oficina da Palavra

As empresas com foco em ampliar suas relações no Planalto e os já atuais clientes da Hill & Knowlton que buscam intensificar sua capilaridade por todo o País podem contar com as novas operações da agência na capital Brasília. A H&K estabeleceu uma parceria com a Oficina da Palavra, escritório local que há dez anos oferece serviços de relações governamentais e institucionais e consultoria junto a entidades do Distrito Federal e estados importantes do Brasil; assessoria de imprensa e produção editorial.

A parceria permite para a Oficina da Palavra o ingresso a um grupo internacional que possui 79 escritórios e em mais de 44 países, integrando uma rede que atende mais de 180 empresas das listadas na Fortune 500. Para os clientes da Hill & Knowlton, a novidade representa a possibilidade de uma relação mais próxima com órgãos governamentais e novas alternativas para produzir soluções de comunicação integrada.

A matriz da Hill and Knowlton Brasil está estabelecida na capital paulista há 14 anos. A empresa também opera com um escritório local na cidade do Rio de Janeiro.

Em âmbito global, A Hill & Knowlton, Inc. é líder mundial em consultoria de comunicação, prestando serviços no Brasil para clientes como Petrobras, Vale, Yahoo!, Lenovo, Continental Airlines, GRSA entre outras empresas brasileiras e internacionais. Com sede em Nova York, a agência integra o grupo WPP, o maior grupo de comunicação em todo o mundo.

por Hill and Knowlton Brasil

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Jovens talentos da Hill and Knowlton recebem prêmio da ABRP

A Hill and Knowlton gostaria de destacar nesta semana os prêmios recebidos pela coordenadora de contas Thais Weber na premiação da 28° edição do Prêmio ABRP, nas categorias Relações Públicas em Apoio ao Marketing, Responsabilidade Socioambiental e segundo lugar na categoria Comunicação Interna. A coordenadora Gleice Rodrigues, da LG-One, empresa parte do Grupo WPP, também recebeu as premiações.

O projeto idealizado para uma companhia de alimentos foi desenvolvido quando elas ainda eram estudantes de Relações Públicas, pela Faculdade Cásper Líbero.  Agora ficamos na torcida para que levem para casa o Prêmio de Opinião Pública que será anunciado pelo Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas (Conrerp) 2ª região – SP/PR, no dia 30 de novembro.

A Hill and Knowlton se sente muito honrada em poder contar com jovens tão talentosas em seu quadro de profissionais.

Parabéns!

Hill and Knowlton Brasil

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O réquiem das gráficas rápidas

Os fagotes ainda buscavam afinação do lado dos clarinetes e flautas; os violinos se acomodavam aos ombros. A metaleira estava a postos quando o maestro, representado pela internet, newsletters eletrônicas e redes sociais, entrou pisando forte para se posicionar perante todos. De repente, um cabo eleitoral abriu a porta e correu esbaforido até o grupo. O réquiem das gráficas rápidas estava interrompido.

O que seria das campanhas internas, eventos e revistas institucionais sem uma boa gráfica rápida? Fiquei feliz com as duas novas empresas próximas ao escritório da Hill and Knowlton, em São Paulo. Acima de tudo pelas instalações: grandes, em lugares de fácil acesso e bem equipadas. O mercado deve estar melhor.

De um ano pra cá, recebi mais ligações de gráfica rápidas do que nos últimos cinco anos. A crise global de 2008, de alguma maneira, deve ter intensificado a má situação pela qual esse mercado passa.

Tentei encontrar alguns números oficiais mas não achei nada confiável na rápida busca que fiz. Alguns jornais falam que o número de gráficas já diminuiu 50% no Brasil  mas as notícias da Abrigraf tentam me convencer que tudo está relativamente bem.

Torço para que a demanda por serviços de impressão para as eleições tenha lhes dado um pouco mais de fôlego e que essas novas lojas perto da Hill and Knowlton não sejam apenas uma boa maré em São Paulo, mas sim no País todo.

As redes sociais e as novas mídias ampliaram nosso portfólio de trabalho de maneira incrível mas, como jornalista, também sou amante do papel, do cheiro do livro novo, da página impressa entre os dedos e não podemos esquecer que essas empresas sempre tiveram um papel chave nos projetos das assesorias de imprensa e agências de relações públicas. Tudo indica que o réquiem foi interrompido nesse ano de eleição; resta saber se algum músico desavisado vai puxar a orquestra e começar outra marcha para elas.

por Marcos Besse –  Gerente de Contas da Hill and Knowlton Brasil

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PR Interview com Deborah Jacob

O jornalista e relações públicas Rodrigo Capella, criador do site PR Interview, postou  uma entrevista com a Diretora Executiva da Hill & Knowlton Brasil, Deborah Jacob, realizada no Octávio Café, em São Paulo. A executiva fala sobre as diferenças culturais entre países, relacionadas às atividades de PR e negócios em geral, assim como quais são as tendências nesse mercado para as contas globais. Deborah também fez considerações sobre organização de eventos no exterior: “É preciso, inicialmente, compreender a cultura e a realidade local, adaptando projetos e ações. Marcas estão, cada vez mais, se globalizando e devem agir com muita estratégia e preparo. As diferenças de cada um dos países devem, a todo instante, ser respeitadas”.

Leia a entrevista completa aqui: PR Interview com Deborah Jacob

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